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Qual é a diferença entre um estudo observacional e um experimento?

Subrayado en un libro de texto real. Explicado por Clicked.

Usado numa frase

University Course Reader · STEM

Because nobody was assigned anything, the paper was an observational study, and the authors wrote linked to rather than caused.

O leitor sublinhou um termo — num artigo ou no PDF de um paper. O Clicked tornou o termo estatístico «observational study» fácil de entender:

Explicado em três níveis

Os mesmos fatos, outra vibe — Modo slang 😎

O método Clicked

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Overview

Um estudo observacional e um experimento são as duas maneiras de fazer pesquisa, e uma pergunta separa as duas: os pesquisadores mudaram alguma coisa? Num experimento eles mudam uma coisa de propósito, por exemplo dando um tratamento a uma metade sorteada de 200 voluntários e comparando as metades. Num estudo observacional eles não mudam nada e só registram o que já estava acontecendo. Olhar consegue mostrar que duas coisas andam juntas. Atribuir consegue resolver se uma causa a outra, ou se não causa.
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Overview

Um estudo observacional é a ciência de mãos no bolso: não encosta em nada, anota tudo. Um experimento mete a mão, vira uma chave e vê no que dá. A distância entre os dois decide o que um estudo tem permissão de afirmar. Anote que os 500 motoristas que escolhem a rua de trás fazem tempos melhores, e você aprendeu que gente da rua de trás é rápida, talvez. Mande 500 motoristas sorteados por ela e cronometre todos, e agora quem está em julgamento é a rua. Anotar dá direito a ligado. Reorganizar dá direito a causou. Vale conferir qual dos dois estão te vendendo. 😎

Uma ideia rápida — muitas vezes é tudo de que você precisa.

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Detail

Um estudo observacional e um experimento são os dois tipos de estudo, separados por os pesquisadores terem mudado alguma coisa ou não. Num experimento eles atribuem algo; num estudo observacional eles apenas registram. Uma empresa de aplicativo quer saber se a nova tela inicial segura as pessoas. A versão observacional não precisa de montagem: os registros da empresa já mostram o que os usuários fizeram por conta própria. Os 2.000 que ligaram a tela cedo abrem o aplicativo 9 noites em 10; todo o resto abre 5 em 10. Isso pode afirmar que as duas coisas andam juntas, e nada além: quem ligou cedo já era o usuário mais dedicado. Uma tela inicial, porém, é coisa que a empresa consegue atribuir, então ela faz o experimento: 5.000 usuários sorteados recebem a tela nova, 5.000 ficam com a antiga, e os grupos começam iguais. A diferença que aparecer agora, grande, pequena ou nenhuma, é o efeito real da tela. Algumas coisas não podem ser estudadas assim: ninguém consegue atribuir uma infância diferente, e ninguém deveria atribuir um dano. Para essas, o estudo observacional é o único possível, muitas vezes acompanhando as mesmas pessoas por uma década ou mais. Então faça uma pergunta a qualquer estudo: eles mudaram algo, ou só olharam? Quando uma manchete diz ligado a ou associado a, os pesquisadores quase certamente estavam olhando, e olhar sozinho sustenta ligado, não causa.
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Detail

Um estudo observacional anota a vida como ela é encontrada. Um experimento reorganiza um pedaço dela de propósito. Alguns temas só permitem um dos dois, e piano é um bom exemplo. Um município nota que suas 300 crianças que fazem aula de piano tiram 8 pontos a mais em matemática. Para resolver se as aulas causam os pontos, o experimento teria que sortear famílias, obrigar metade a dois anos de aula, proibir o resto e comparar depois. Nenhum pai assina esse papel, então o experimento está fora de cogitação para sempre. Olhar é a versão que consegue acontecer de verdade: as mesmas crianças, notas reais, nada forjado, e é trabalho honesto. O que ele não faz é prometer que foi o piano. As famílias de piano já eram diferentes antes da primeira aula, com mais dinheiro sobrando, agendas mais cheias e um quarto silencioso para ensaiar, e qualquer uma dessas coisas pode estar mexendo nas notas. Por isso o achado sai como ligado a, e ligado a é a verdade, não um fracasso. Causou exigiria o estudo que pai nenhum permite. E é por isso que a forma como uma afirmação é escrita conta, sem alarde, qual dos dois estudos realmente aconteceu. 😎

Quer mais? Um clique aprofunda.

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Analogy

Numa rua comprida, as casas com painéis solares pagam cerca de R$ 150 a menos de luz por mês. Isso é um estudo observacional: ninguém combinou nada; os painéis e as contas já estavam ali para serem somados. Dá para afirmar que as duas coisas andam juntas, mas quem tem painel também escolheu telhados mais ensolarados e orçamentos mais folgados, então as contas não resolvem nada. Aí a distribuidora faz um experimento, porque painel é coisa que ela consegue atribuir: um piloto de instalação gratuita, uma casa em cada duas sorteada no cara ou coroa. Agora os dois conjuntos de casas começam iguais, ensolaradas e sombreadas misturadas por igual, e o que a metade com painel economizar daqui em diante é dos painéis. Mesma rua, mesmos painéis. O que mudou foi quem decidiu, e é isso que decide o que os números podem afirmar.
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Analogy

Uma conta de produtividade diz aos seus 40.000 seguidores que quem acorda cedo ganha mais. Pergunte o que foi feito de verdade: ninguém encostou no despertador de ninguém; a conta entrevistou quem já estava de pé às 5 e comparou os salários com os de todo mundo. Isso faz dele um estudo observacional, e observacional é tudo que ele vai poder ser, porque aplicativo nenhum no mundo distribui hora de dormir para 200 estranhos. Um experimento precisaria exatamente disso, 5 da manhã imposta para uns e soneca para os outros, com os salários comparados um ano depois. Como esse estudo não pode existir, a manchete honesta para em acordar cedo e salário maior vêm no mesmo pacote. Acorde às 5 e fique rico é o experimento que ninguém fez. 😎

Conceito novo? Um exemplo do dia a dia faz clicar — novas analogias quando quiser.

Explicações de IA podem conter erros · Não é aconselhamento profissional

Definição formal — O mesmo termo, explicado da forma habitual

Um estudo experimental é aquele em que os investigadores atribuem uma exposição ou intervenção a algumas unidades e não a outras, tipicamente por randomização, e comparam os desfechos subsequentes; é a atribuição sob controle dos investigadores que autoriza a interpretação causal das diferenças entre grupos. Um estudo observacional é aquele em que nenhuma exposição é atribuída: os investigadores registram exposições e desfechos conforme ocorrem, de modo que os grupos podem diferir sistematicamente antes da comparação, e as associações exigem evidência adicional antes de sustentar afirmações causais. Os delineamentos respondem a perguntas diferentes. Experimentos são preferidos quando a atribuição é viável e aceitável, enquanto delineamentos observacionais permitem estudar exposições que não podem ou não devem ser atribuídas, e populações grandes ao longo de períodos longos.

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