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O que são direitos de venda conjunta?

Sublinhado numa notícia financeira real. Explicado pelo Clicked.

Usado numa frase

The Daily Ledger · Markets

The founder's stake went to the buyout firm last month, and the early backers used their tag-along rights to sell alongside him.

O leitor sublinhou uma palavra no meio do artigo. O Clicked explicou o termo financeiro «tag-along rights» em linguagem simples:

Explicado em três níveis

Os mesmos fatos, outra vibe — Modo slang 😎

O método Clicked

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Overview

Os direitos de venda conjunta permitem que um acionista entre numa venda que outro acionista já negociou, vendendo ao mesmo comprador e pelo mesmo preço. Existem porque um cossócio que sai deixa todos os outros com ações de um negócio agora parcialmente de um estranho, e sem comprador próprio. Todos os que entram vendem a mesma proporção do que têm. Como o comprador não leva mais ações do que antes, essa proporção é menor do que a que o vendedor havia proposto: um comprador decidido a levar 30% de uma empresa leva 30%, por mais donos que estejam vendendo agora. Os direitos de arraste metem um acionista numa venda à força. Os de venda conjunta deixam um entrar.
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Overview

Os direitos de venda conjunta são a cláusula que impede que te deixem para trás. Outra pessoa acha o comprador e acerta o preço, e você pode vender dentro do mesmo acordo e nas mesmas condições. Vale saber quem costuma tê-los. No papel padrão de venture capital são os investidores, e quem vende é um fundador tirando dinheiro cedo. Você tem uma janela de 15 a 30 dias para dizer sim, e depois o acordo fecha com você ou sem você. Só que ele só dispara quando outra pessoa vende. Ninguém vendendo, nenhum direito, e você fica exatamente onde estava. 😎

Uma ideia rápida — muitas vezes é tudo de que você precisa.

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Detail

Os direitos de venda conjunta, também chamados de direitos de coventa, permitem que um acionista entre numa venda que outra pessoa organizou. O problema que resolvem é bem específico. Um cossócio encontra comprador para a sua parte e a vende. Todos os que ficam seguram as mesmas ações de um negócio agora parcialmente de um estranho que não escolheram, sem comprador próprio e sem parte do preço que o vendedor levou. Um direito de venda conjunta deixa que vendam dentro daquele acordo, ao mesmo comprador, pelo mesmo preço e em proporção ao que o vendedor está vendendo. O apetite do comprador não cresce para acomodar os vendedores extras. Um comprador que aceitou levar 30% de uma empresa leva 30%, então o vendedor e todos os que entram dividem esses 30% entre si na proporção que já têm. Cada um acaba vendendo a mesma proporção das suas próprias ações, e todas essas proporções são menores do que a que o vendedor tinha em mente. É por isso que a cláusula é negociada com dureza: o custo recai sobre o vendedor, não sobre o comprador. Quando também existe um direito de preferência, os dois correm em sequência: a empresa e os seus investidores têm antes a chance de comprar aquelas ações, e a venda conjunta cobre o que o vendedor ainda puder vender depois. O vendedor precisa avisar, e os titulares têm uma janela fixada, normalmente de 15 a 30 dias, para decidir. Se perderem, a venda fecha sem eles.
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Detail

Um direito de venda conjunta é permissão para entrar de penetra na saída de outro dono. Eles arrumam o comprador, eles acertam o preço, e você vende dentro do mesmo acordo e nas mesmas condições. No papel padrão de venture capital quem segura esse direito são os investidores, e quem vende é um fundador tirando dinheiro da mesa enquanto o negócio ainda é fechado. Lê-se como proteção do pequeno. Funciona igualmente bem como coleira no fundador. A aritmética é proporcional. Um fundador tem 60% da empresa e quer vender metade disso; você tem 40%. O comprador aceitou levar 30% da empresa e não passa disso, então vocês dois repartem esses 30% de acordo com o que cada um possui: ele vende 18%, você vende 12%. Os dois venderam 30% do que seguravam. Ele pretendia vender metade do que tinha e vendeu menos de um terço, que é exatamente o motivo pelo qual essa cláusula é tão discutida. Os investidores costumam ter antes a chance de comprar aquelas ações eles mesmos. Só o que eles recusam fica disponível, e a sua coventa morde sobre esse resto. E não dispara em tudo. Transferências para trusts familiares e para empresas do próprio vendedor normalmente ficam de fora. E não faz absolutamente nada até outra pessoa decidir vender. 😎

Quer mais? Um clique aprofunda.

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Analogy

Duas pessoas são donas de uma lavanderia, metade cada uma, e ambas colocaram US$ 60 mil anos atrás. Uma delas encontra um comprador disposto a pagar US$ 90 mil por metade do negócio. Sem um direito de venda conjunta essa venda simplesmente acontece, e a outra dona fica tocando o lugar ao lado de um estranho, com uma metade que ninguém se ofereceu para comprar. Com ele, a segunda dona pode vender dentro do mesmo acordo e pelo mesmo preço. O comprador continua querendo metade do negócio e nem um pedaço a mais, então as duas entram juntas: cada uma vende um quarto da lavanderia e cada uma leva US$ 45 mil. Quem achou o comprador pretendia vender tudo e vendeu metade. A comparação acaba na liberdade de vender. Metade de uma lavanderia pode ir para quem pagar por ela. As ações de uma empresa fechada muitas vezes não se movem sem a permissão da própria empresa, então um direito de venda conjunta se apoia sobre uma restrição e não sobre um mercado aberto.
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Analogy

Um estúdio de gravação tem dois donos. Um montou e toca o lugar, com 70% dele; o outro bancou os 30% restantes e nunca encostou numa mesa de som. O que montou recebe uma oferta por 30% do estúdio e quer aceitar. Sem cláusula de coventa o acordo segue sozinho, e o sócio acorda dividindo o estúdio com alguém que nunca viu, enquanto o homem que entende do ofício embolsou discretamente um belo dia. Dê a ele essa cláusula e ele sobe no mesmo acordo em condições idênticas. O comprador vai levar 30% do estúdio e nem uma migalha a mais, então os dois dividem na proporção que já têm: o fundador vende 21%, o sócio vende 9%. Cada um vendeu 30% do que tinha. Onde termina: este estúdio tem dois donos e uma cláusula entre eles. Uma empresa de verdade pode ter quarenta nomes no registro, e a cláusula costuma ser escrita para uma única classe de papéis, então alguns poucos podem entrar junto e o resto só assiste. 😎

Conceito novo? Um exemplo do dia a dia faz clicar — novas analogias quando quiser.

Explicações de IA podem conter erros · Não é aconselhamento profissional

Definição formal — O mesmo termo, explicado da forma habitual

Os direitos de venda conjunta, também denominados direitos de coventa, são estipulações contratuais constantes de acordo de acionistas ou instrumento equivalente que facultam a um acionista participar de uma transferência de ações projetada por outro acionista a terceiro, vendendo número proporcional das suas próprias ações ao mesmo adquirente pelo mesmo preço e nas mesmas condições. O direito é exercido mediante notificação do alienante e dentro do prazo indicado no acordo, e costuma sujeitar-se a exceções para transferências realizadas com fins de planejamento sucessório ou em favor de sociedades do próprio alienante.

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