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O que é um spread vertical?

Sublinhado numa notícia financeira real. Explicado pelo Clicked.

Usado numa frase

The Daily Ledger · Markets

Rather than buy the call outright, she opened a vertical spread, selling a higher call against it to cut the cost.

O leitor sublinhou uma palavra no meio do artigo. O Clicked tornou o termo de trading «vertical spread» fácil de entender:

Explicado em três níveis

Os mesmos fatos, outra vibe — Modo slang 😎

O método Clicked

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Overview

Um spread vertical (vertical spread, chamado de trava no Brasil) é uma operação com opções em que você compra uma opção e vende outra do mesmo tipo, sobre a mesma ação e com o mesmo vencimento, a preços de exercício diferentes. Digamos que uma ação esteja a US$ 50. Você compra uma opção call de US$ 50 por US$ 3 por ação e vende uma call de US$ 55 por US$ 1, então paga US$ 2 por ação. Cada contrato cobre 100 ações, então a operação custa US$ 200. Se a ação terminar abaixo de US$ 50, você perde esses US$ 200. Se terminar em US$ 55 ou mais, você ganha US$ 300, e nada além disso. Comprar só a call de US$ 50 teria custado US$ 300, sem limite para o lucro. O spread é mais barato porque você vendeu os ganhos acima de US$ 55.
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Overview

Um spread vertical são duas opções, uma comprada e uma vendida, mesma ação, mesmo vencimento, preços de exercício diferentes, então a sua perda e o seu ganho ganham um teto. Ação a US$ 120: compre a call de US$ 120 por US$ 6 e venda a call de US$ 130 por US$ 2, e você entra com US$ 400, já que cada contrato cobre 100 ações. Pior caso, você perde os US$ 400. Melhor caso, a ação passa de US$ 130 e você ganha US$ 600. Você trocou o foguete por uma entrada mais barata, o que é um ótimo negócio se você só esperava uma alta razoável mesmo. 😎

Uma ideia rápida — muitas vezes é tudo de que você precisa.

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Detail

Um spread vertical são duas opções negociadas como um par: você compra uma e vende outra do mesmo tipo, as duas calls ou as duas puts, sobre a mesma ação e com o mesmo vencimento, mas a preços de exercício (strikes) diferentes. Spread aqui quer dizer esse par, não o spread de compra e venda. Pegue uma ação a US$ 50. Você compra uma call de US$ 50 por US$ 3 por ação e vende uma call de US$ 55 por US$ 1, então paga US$ 2 por ação, ou US$ 200, já que cada contrato cobre 100 ações. Se a ação terminar abaixo de US$ 50, as duas calls vencem sem valor e você perde os US$ 200. Se terminar em US$ 55 ou mais, o par vale os US$ 5 de distância entre os strikes, US$ 500 no total, e o seu lucro é de US$ 300. No meio do caminho, você empata em US$ 52. A operação custa menos do que a call de US$ 50 sozinha porque você vendeu todo ganho acima de US$ 55 para o comprador da sua call de US$ 55. Pagar para montar faz disso um spread de débito, e os traders chamam este de trava de alta com calls (bull call spread). Um spread também pode pagar você para montá-lo, e aí ele é um spread de crédito. Na mesma ação, você vende uma put de US$ 45 por US$ 2, compra uma put de US$ 40 por US$ 0,60 e recebe US$ 140. Se a ação ficar acima de US$ 45, as duas puts vencem sem uso e os US$ 140 ficam com você. Se ela cair abaixo de US$ 40, o par custa a você os US$ 500 de distância, menos os US$ 140 que você recebeu: US$ 360, e nunca mais do que isso. Junte um spread de crédito feito de puts com um feito de calls, e o resultado é um iron condor. Um risco vale para os dois tipos: o comprador da opção que você vendeu pode exercê-la antes do vencimento, mas a opção que você comprou continua limitando o estrago. De um jeito ou de outro, você sabe o máximo que pode perder e o máximo que pode ganhar antes de fazer a operação.
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Detail

Um spread vertical é comprar uma opção e vender outra do mesmo tipo, call com call ou put com put: mesma ação, mesmo vencimento, preços de exercício diferentes. A operação toda se resume a dois números, a distância entre os strikes e o dinheiro que troca de mãos quando você monta. Tem dois jeitos de entrar. Você paga para montar, um spread de débito, e o que você pagou é o seu pior caso. Você recebe para montar, um spread de crédito, e o que você recebeu é o seu melhor caso. Digamos que a ação esteja a US$ 120 e você ache que ela não vai disparar acima de US$ 125. Venda a call de US$ 125 por US$ 3, compre a call de US$ 135 por US$ 1,20, e US$ 180 caem na sua conta. Se no dia do vencimento a ação ainda estiver abaixo de US$ 125, as duas calls morrem e os US$ 180 são seus. Se ela disparar para US$ 190, você deve os US$ 10 de distância em 100 ações, ou seja, US$ 1.000. Tire os seus US$ 180 e você fica US$ 820 no prejuízo, nem um centavo a mais, porque a call de US$ 135 que você comprou cobre tudo acima dela. Vender a call de US$ 125 sozinha não teria deixado teto nenhum para a perda. Essa é a graça de qualquer spread vertical: o melhor e o pior caso ficam definidos antes de você começar. Combina com quem espera um movimento moderado, não um foguete. 😎

Quer mais? Um clique aprofunda.

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Analogy

Um spread vertical são duas opções negociadas como uma só: você paga um pouco agora por ganhos que param num teto. Os clubes de futebol fecham esse mesmo tipo de acordo quando vendem um jogador. Suponha que um clube vendendo um atacante jovem aceite receber US$ 2 milhões a menos à vista em troca de bônus: US$ 1 milhão por gol que ele marcar na próxima temporada acima de 10, até 15 gols. Com 10 gols ou menos, o clube simplesmente abriu mão de US$ 2 milhões. Com 15 ou mais, ele recebe os US$ 5 milhões inteiros e sai US$ 3 milhões na frente. Os gols são o preço da ação, 10 e 15 são os dois preços de exercício, e os US$ 2 milhões são o preço do spread. Esse preço ficou baixo por causa do teto: sem ele, os bônus teriam custado ao clube muito mais do que US$ 2 milhões. Onde a comparação falha: um spread pode ser vendido a qualquer momento pelo preço de mercado, enquanto o clube espera a temporada acabar.
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Analogy

Um spread vertical é basicamente um AppleCare para uma aposta na bolsa. Com o AppleCare, você paga um preço fixo quando compra o celular. Se trincar a tela, você paga uma taxa de serviço e a Apple cobre o resto. O máximo que você consegue tirar dali é um celular funcionando. Então a sua cobertura começa depois da taxa que você paga e para no celular. Um spread vertical é a mesma ideia: você paga um valor conhecido para montar, e o que volta fica em algum ponto entre nada e a distância entre os dois preços de exercício. Esses dois limites também são o motivo de os dois saírem mais baratos do que uma cobertura sem taxa e sem teto. Onde a comparação não dá conta: o AppleCare paga quando o seu celular se danifica, um spread paga quando o preço de uma ação se mexe, e um spread são duas opções que você mesmo monta, não um plano comprado de uma empresa só. 😎

Conceito novo? Um exemplo do dia a dia faz clicar — novas analogias quando quiser.

Explicações de IA podem conter erros · Não é aconselhamento profissional

Definição formal — O mesmo termo, explicado da forma habitual

Um spread vertical é uma posição em opções formada por uma opção comprada e uma opção vendida da mesma classe, calls ou puts, sobre o mesmo ativo subjacente, com a mesma data de vencimento e preços de exercício diferentes. Um spread montado com débito líquido tem perda máxima igual ao prêmio líquido pago e ganho máximo igual à diferença entre os preços de exercício menos esse prêmio; um spread montado com crédito líquido tem ganho máximo igual ao prêmio líquido recebido e perda máxima igual à diferença entre os preços de exercício menos esse prêmio, em ambos os casos multiplicados pelo multiplicador do contrato. Se a opção vendida for de estilo americano, ela pode ser exercida contra o lançador antes do vencimento. O termo vertical se refere à disposição dos preços de exercício na listagem de uma série de opções, em contraste com os spreads horizontais ou de calendário, que diferem pela data de vencimento.

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